E num momento qualquer, você se pega viajando em suas memórias.
Tanta coisa já vivida, passada, enfrentada. Dor, alegria, sofrimento, amor...
Tudo ali, guardado em seu respectivo espaço, cada singelo e unico momento. Uma enorme biblioteca de rolos e pergaminhos contendo suas melhores (e piores) histórias.
É sempre bom relembrar. Mas qual ação tomar, o que se pode fazer quando suas lembranças se confrontam com um presente doloroso e surreal?!
Tanta coisa muda em tão pouco tempo, sem termos ao menos a chance de decidir o que, como e quanto mudar.
Lugares, pessoas, sentimentos...
Do zero ao 100.
Do nada ao tudo.
"Da água pro vinho".
E vice-versa.
Uma forma de reverter algo mudado, de concertar algo quebrado, de refazer algo desfeito. Ou quem sabe, de mudar algo estagnado, de quebrar algo intacto, e de desfazer algo feito. Isso é só o que pedimos, ou tudo o que queremos.
Tantos porquês sem resposta. Tantas respostas confusas. Tantas explicações a fazer.
Um presente diferente daquilo que se imagina, desejando um futuro diferente, ou um retorno esperado de um passado inesquecível.
O que fazer frente às mudanças da vida?! Cabe a cada um decidir, tendo em vista o que vale a pena buscar e o que nunca valeu a pena ter.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Uma dificuldade..
Já encontrei muitas coisas difíceis na vida. Grandes
barreiras, e problemas de todos os tipos. Mas posso dizer, que nenhum deles, é
tão difícil quanto assumir um erro, ou culpa, ou qualquer coisa que seja. Sendo
sua culpa. E pior ainda, quando aparentemente, não tem nada que ver com você.
Doloroso é a nossa mente, o fato de que, tendo em vista seu
relacionamento com amigos e terceiros, bem como sua convivência em um todo,
está sendo afetado por um “quê” do qual você não pode escapar, o qual
acidentalmente ou não, foi iniciado por um ato no qual você não via maldade, ou
erro algum.
Sentir-se culpado por um crime não cometido, assumir o peso
de algo que você não causou. Burrice? Educação? A coisa certa a ser feita? Ou a
errada?
E o mais difícil, desculpar-se por algum ocorrido, palavra
proferida, que não veio de você.
Por vezes essa tem de ser nossa realidade. Mas isso nos
torna mais humanos? Mais adultos?
Infelizmente nunca saberemos a resposta.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Então percebemos que a vida segue seus caminhos sem se importar
direito com o que queremos ou gostaríamos de fazer.
Vez após vez a vida nos põe diante de situações
onde somos obrigados a decidir de forma inesperada qual caminho seguir. Sem
planejamentos ou preparos, nos vemos perdidos em meio a inúmeras situações.
Um pensamento errado, uma escolha ruim, e somos jogados num “mundo”
ao qual jamais desejaríamos pertencer, onde o que mais nos afeta são os
remorsos e os arrependimentos pelos erros.
Difícil nos é, quem sabe até impossível, ter total discernimento
dos caminhos que nos levarão a um lugar de paz e sossego para nossas almas. O quão
bom nos seria poder controlar por completo nossas vidas.
Estar preparados pros encontros da vida é um desafio interessante,
por vezes utópico, mas ainda assim, interessante.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Então..
Amar.. Gostar.. Querer bem.. Por vezes é tão difícil discernir
entre os três que somos levados a confusões e postos em situações complicadíssimas,
social ou mentalmente falando.
Palavras tão distintas em seus significados, mas tão
próximas em suas colocações, que tornam as coisas simplesmente complicadas.
Divergências de sensações tomam conta da mente de quem as sente, levando desde
o êxtase bem-estar à loucura extrema.
Não há um ser sobre essa Terra, que tenha total domínio
sobre isso, ou que não os tenha sentido.
Nos sentimos tão bem e tão leves quando estamos “bobos” não
é mesmo? Tudo parece ser tão lindo e alegre. Momentos normais e corriqueiros se
tornam momentos importantíssimos de nossa vida, trazendo em si uma carga imensa
de alegria e afeto. Mas em contrapartida, também temos um considerável aumento
do senso de posse. Não gostamos de pensar que estamos dividindo esses momentos
com outros, ou com aqueles que “não merecem”. Ciúmes, desconfiança, “seguridade”.
Coisas que apesar de sabermos os males que nos trazem, ainda assim não
conseguimos as controlar.
Quem dera pudéssemos ter uma habilidade sobrenatural, de
controlar nossa mente, a ponto de potencializar os sentimentos bons, e
minimizar, ou talvez aniquilar, os ruins.
Quem dera pudéssemos resolver a nós mesmos, trazendo paz e
segurança às nossas mentes, garantindo uma barreira em torno d’aquilo que é
bonito e bom, mantendo-o impecável e imutável. Pois na grande maioria das
vezes, junto de um “querer bem+gostar+amar” temos um “raiva+ódio+medo”,
produzidos pela mesma situação, mas com finais diferentes e muito, mas muito
mesmo, perigosos.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Uma dor...
Mais uma vez a noite vem, e com ela a insônia. Insônia
causada por um medo, uma angústia, algo que não se pode definir utilizando
palavras boas. E noite adentro vou me sentindo mal, tentando dormir e me
revirando na cama, buscando uma forma de aliviar essa dor que a cada vez mais
se aprofunda em minha mente, em meu ser. O escuro, o silêncio, a solidão,
fortes aliados do meu mal estar, mas grandes inimigos da tranquilidade que
parece estar me deixando.
Passo horas e horas, pensando, tentando entender quais os
motivos por detrás dessa situação. Procuro mudar, encaminhar meus pensamentos,
eliminar meus devaneios, mas quanto mais o tempo passa, mais percebo que me
escondo dos reais motivos, pois não consigo enfrenta-los.
Meus temores, meus receios, meus remorsos, meus erros e meus
defeitos, um a um, insistem em vir à tona, refrescar a minha memória, quem sabe
numa tentativa de me enlouquecer de uma vez.
Não consigo me achar, ou não quero me achar, ainda estou na
dúvida sobre isso...
Madrugada adentro, vendo o tempo passar vagarosamente,
percebo que não existe um motivo único, superior a muitos outros, mas sim, um
todo quebrantado, fatigado das lutas do dia a dia.
Dia após dia, vou tentando reduzir essa dor, escondendo-a
cada vez mais fundo dentro de mim, carregando sempre um sorriso no rosto, um
brilho nos olhos, mascarando a verdade de forma única e talvez impecável. Mas
sem saber qual o ponto limite, onde isso vai terminar, esperando utopicamente
que, num piscar de olhos, todas essas sombras simplesmente desapareçam de minha
mente.
Tristes ais, dores emocionais, espirito abalado. Um fim
predito, mas que ainda pode ser mudado.
Como? Quando? Por quem? Questões que
ainda não podem ser respondidas...
terça-feira, 21 de maio de 2013
?!
Queria poder escrever um texto gigantesco, umas frases bonitinhas, ou um qualquer coisa simples, mas de grande significado. Fazer bobagens, num momento aleatório, com o intuito de ver seu lindo sorriso.
Ter coragem de olhar nos seus olhos e dizer com palavras doces, brandas ou mesmo sérias, o que sinto por você, e quanto o sinto.
Mas já não consigo mais. Não sei se por receio da sua reação, quem sabe por medo. Só o que sei, é que não vai mais, não tenho mais forças pra segurar isso comigo. Bom?! Ruim?! Quem sabe?!
Ninguém jamais será capaz de distinguir entre o certo e o errado nesse caso, pois ninguém jamais irá entender a minha mente, nem os meus motivos por ter chegado a esse ponto...
Só espero que eu não me arrependa dessa decisão, pois apesar de tudo, e do todo, eu não sei como isso iria terminar, se eu tivesse seguido em frente...
sábado, 6 de abril de 2013
Sensações...
O despertador toca, levantamos, nos arrumamos e saímos pra encarar a vida da mesma maneira que faríamos em qualquer outro dia. Mas aí vem a diferença gigantesca. Aquela sensação terrível de desespero. Medo. Angústia. Uma singela vontade de desaparecer da face da Terra apenas por aquele dia, ou talvez pelo resto da vida.
Porque isso simplesmente vem e vai sem um motivo aparente?! Porque não podemos apagar isso das nossas vidas, para que jamais passemos por isso de novo?! Quais os motivos para tais sensações?!
Acho que se começarmos a especular razões ou porquês aqui, levariamos a vida toda até percebermos que não chegariamos a nenhuma conclusão.
Como resolver isso então?! Será que simplesmente passar o dia todo assim resolve o problema?!
Acho que não...
Gritar, bater em algo -ou alguém-, beber, comer. Tantas as "opções" que nos vêm a mente, mas que, se pensarmos bem, no fim só terão sido uma enganação, uma fuga, uma ocupação que encontramos para não pensarmos nos motivos pelos quais estamos como estamos.
Problemas relacionais, familiares, sociais, no trabalho, dívidas, tudo isso, ou cada um deles, podem causar essa sensação de desconforto que as vezes nos aflige.
Dizer que é normal sentirmos isso tudo, seria mentira. Dizer que não é normal, também seria mentira.
Pensar um pouco em tudo o que se faz, em tudo o que se fala, ajuda e muito a reduzir, ou espantar essas sensações, porque sempre se tem um motivo por trás de tudo. Aquilo que você disse, pra alguém que não merecia ter ouvido. Aquilo que você fez, pra alguém que não deveria ter feito. Aquilo que você deixou de dizer e/ou fazer, onde e quando deveria ter dito e/ou feito. Se martirizar por isso, sentir-se mal por isso, não vai resolver em nada.
Procure resolver sua vida, procure não deixar nada em aberto, seja o que foi feito, o que deveria ter sido feito, e o que ainda se deve fazer.
Pense nisso...
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