quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Então..

Amar.. Gostar.. Querer bem.. Por vezes é tão difícil discernir entre os três que somos levados a confusões e postos em situações complicadíssimas, social ou mentalmente falando.
Palavras tão distintas em seus significados, mas tão próximas em suas colocações, que tornam as coisas simplesmente complicadas. Divergências de sensações tomam conta da mente de quem as sente, levando desde o êxtase bem-estar à loucura extrema.
Não há um ser sobre essa Terra, que tenha total domínio sobre isso, ou que não os tenha sentido.
Nos sentimos tão bem e tão leves quando estamos “bobos” não é mesmo? Tudo parece ser tão lindo e alegre. Momentos normais e corriqueiros se tornam momentos importantíssimos de nossa vida, trazendo em si uma carga imensa de alegria e afeto. Mas em contrapartida, também temos um considerável aumento do senso de posse. Não gostamos de pensar que estamos dividindo esses momentos com outros, ou com aqueles que “não merecem”. Ciúmes, desconfiança, “seguridade”. Coisas que apesar de sabermos os males que nos trazem, ainda assim não conseguimos as controlar.
Quem dera pudéssemos ter uma habilidade sobrenatural, de controlar nossa mente, a ponto de potencializar os sentimentos bons, e minimizar, ou talvez aniquilar, os ruins.

Quem dera pudéssemos resolver a nós mesmos, trazendo paz e segurança às nossas mentes, garantindo uma barreira em torno d’aquilo que é bonito e bom, mantendo-o impecável e imutável. Pois na grande maioria das vezes, junto de um “querer bem+gostar+amar” temos um “raiva+ódio+medo”, produzidos pela mesma situação, mas com finais diferentes e muito, mas muito mesmo, perigosos.

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